Exposição temporária, Museu do Douro
Patente até 24 de novembro de 2026
Emílio Claudino de Oliveira Pimentel (1844–1880), filho do 2.º Visconde de Vila Maior e formado pelo Instituto Agrícola, destacou-se como um exímio desenhador. A presente mostra reúne um conjunto notável de aguarelas do acervo do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, no qual o autor regista diferentes castas portuguesas com rigor científico e sensibilidade artística.
Estas ilustrações resultam, em grande medida, da colaboração técnica prestada ao seu pai, o ilustre Visconde de Vila Maior, em obras emblemáticas como O Douro Ilustrado (1876). A precisão do traço e o domínio da luminosidade aplicada a uvas, cachos e folhagem revelam a mestria técnica do desenhador, que deu também origem a uma prestigiada série de gravuras coloridas em grande formato.
Exposição de média duração inserida no percurso da exposição permanente que, em 2026, se dedica à coleção legada ao Museu do Douro por Irene Amélia Viana Pinto.
Abre 18 de maio de 2026
A coleção da Casa do Vale, legada por Irene Viana Pinto ao MD, inclui um espólio de centenas de fotografias que documentam a evolução da fotografia entre o séc. XIX e meados do XX, da qual se apresenta uma pequena seleção.
Além de fotografias dispersas em porta-retratos e em gavetas, o acervo inclui álbuns fotográficos, objetos de luxo que pretendiam eternizar no tempo as memórias, validar a importância da família e as suas redes de sociabilidade. São uma marca de uma classe social abastada que trocava os carte de visite como símbolo de conduta, gestos e ligações, guardando, ao mesmo tempo, as memórias da família. As imagens fixam momentos como a infância, o casamento e a família alargada, além dos amigos mais próximos, para os quais os retratados escolhiam as melhores roupas e adereços como forma de eternizarem uma versão ideal de si próprios.
Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes, Centro Cultural Adriano Moreira, Bragança
Patente até 31 de dezembro de 2026
Exposição de desenhos de José Paiva, artista e professor emérito da Faculdade de Belas Artes do Porto, que tem colaborado com o Museu do Douro desde 2002. A sua relação com a cooperativa GESTO permitiu a programação de atividades associadas a diferentes artistas do mundo lusófono, que trouxeram ao Douro diferentes expressões artistas do mundo das artes plásticas e da música.
Esta apresentação individual do seu trabalho constitui uma oportunidade de partilha das suas reflexões pessoais sobre a temporalidade e o mundo que nos rodeia.
Clique na ligação abaixo para ver o folheto.
https://www.museudodouro.pt//tpls/mu/files/exposicoes/PDF/folhasala-rev.pdf
Abertura 3 de setembro de 2026
Organização Museu do Douro
Exposição itinerante
CITICA, Carrazeda de Ansiães
Patente até 31 de janeiro de 2027
Sinfonia do Nada - Uma viagem de luz pela região do Douro
A exposição, da autoria da fotógrafa Lúcia Duarte, é uma jornada visual que nos leva ao coração enigmático do Douro. Nesta coleção de fotografias a autora, natural de Armamar, partilha com o público uma interpretação introspetiva da paisagem que, à primeira vista, pode parecer silenciosa e inalterada, mas que ressoa com uma melodia subtil e profunda.
Cada imagem escolhida é uma exploração das camadas invisíveis deste vale antigo, uma nota na sinfonia do invisível. Através das lentes da sua câmara, tenta imortalizar este espaço grandioso, nos seus momentos mais serenos e misteriosos — onde a bruma sobre o rio, as sombras nas encostas e a tranquilidade dos vinhedos revelam uma sinfonia oculta. Este silêncio aparente é, na verdade, um espaço repleto de histórias não contadas e de uma beleza que se desdobra lentamente.
«Sinfonia do Nada» convida a mergulhar numa experiência sensorial e introspetiva, que procura ir além da beleza externa. Interpela os visitantes a encontrar também o eco silencioso das profundezas do Douro, e que este silêncio revele novas camadas de significado e conexão com este lugar mágico e misterioso.
Organização AAMD - Associação dos Amigos do Museu do Douro e Museu do Douro
Edição do Catálogo AAMD e Museu do Douro
Exposição itinerante
MIDU - Museu do Imaginário Duriense, Tabuaço
Patente até 28 de dezembro de 2026
CELEBRAR O DOURO, 20 ESCRITORES / 20 ANOS DO DOURO PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE designa a exposição que é uma iniciativa conjunta do Museu do Douro, da Associação dos Amigos do Museu do Douro e da Tertúlia João de Araújo Correia, de forma a dar uma panorâmica literária da realidade duriense.
O projeto que envolve artes plásticas, artes cénicas e literatura, tem como objetivo enaltecer e sublimar o Douro e as suas gentes.
O pintor Emerenciano associou-se ao projeto, recriando os vinte retratos dos escritores mais relevantes ligados ao Douro.
Esta exposição tem uma antologia associada e na sequência da mesma, um vinho apresentado pelas Caves Vale do Rodo. Desta forma, está garantida a simbiose perfeita: uma boa leitura, na companhia de um vinho de excelência.
Exposição Itinerante
Biblioteca Municipal de Mesão Frio
A partir de 28 de novembro de 2026
Esta coleção, agora ao público, reúne um conjunto de obras doadas ao nosso Museu, por Natália e Jaime Ferreira-Alves que, durante a sua vida profissional, se dedicaram ao estudo da arte, tendo por isso um natural gosto colecionista. As pinturas expostas são da autoria de Mónica Baldaque, pintora com quem os colecionadores estabeleceram uma relação de amizade, e cujas obras se centram na paisagem do Douro.
Donation from Natália Ferreira-Alves and Jaime Ferreira-Alves
This collection, now open to the public, brings together a set of pieces donated to our museum by Natália and Jaime Ferreira-Alves who, during their professional lives, dedicated themselves to the study of art and therefore had a natural collecting taste. The paintings on display were painted by Mónica Baldaque, a artist with whom the collectors have established a friendly relationship, and whose works focus on the Douro landscape.
Museu Municipal, Resende
4 de dezembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027
Esta exposição, reúne as imagens vencedoras da edição de 2022 e faz parte de um projeto mais vasto do Museu do Douro de recolha visual do território. Reconhecendo a importância da fotografia na formação de memórias coletivas, pretende-se deste modo dinamizar e dar visibilidade ao património construído no presente, enquanto parte da memória futura.
Esta edição aliou-se à celebração dos 20 anos da inscrição do Alto Douro Vinhateiro na lista do Património Mundial, tendo por âmbito geográfico a área classificada pela UNESCO.
As imagens vencedoras do concurso, integram a coleção de fotografia do Museu do Douro quer no formato digital quer em prova autenticada em papel, constituindo mais um precioso elemento dos Arquivos Visuais da Região.
1º Prémio – Luís Miguel Proença
2º Prémio - José Suzano Magalhães
3º Prémio - António Jaime Abrunhosa
International Photography Contest - 20 years of World Heritage
22nd march until 1st July*, 2024
* Temporarily unavailable from 20th to 27th May
This exhibition brings together the winning images from the 2022 edition and is part of a wider project by the Douro Museum to visually capture the territory. Recognising the importance of photography in the creation of collective memories, the intention is to stimulate and give visibility to the heritage built in the present, as part of future memory.
This year's edition was organised to celebrate the 20th anniversary of the inscription of the Alto Douro Wine Region on the World Heritage List, with the UNESCO-classified area as its geographical focus.
The winning images from the contest are part of the Museu do Douro's photography collection, both in digital format and in authenticated paper proofs, and constitute another precious element of the Visual Archives of the Region.
1st Prize– Luís Miguel Proença
2nd Prize - José Suzano Magalhães
3rd Prize - António Jaime Abrunhosa
Museu do Douro, Exposição Permanente
No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, este ano dedicado ao tema «O futuro dos museus: recuperar e reimaginar», abre ao público o Espaço Armanda Passos, dedicado à artista plástica nascida em Peso da Régua, a 17 de fevereiro de 1944.
A coleção é composta por 83 obras, entre desenhos a tinta-da-china, guaches, óleos, gravuras e serigrafias.
A criação deste novo espaço dentro do circuito de visita do Museu do Douro obrigou a reimaginar as salas do Museu. O Espaço Armanda Passos é uma nova ala expositiva, permanente, que vai permitir ao visitante fazer um percurso pela diversidade de obras e diferentes técnicas usadas pela artista plástica, e ficar a conhecer melhor a sua arte. Destaca-se, por exemplo, a coleção de serigrafias, que foi editada com uma técnica muito particular e pela própria Armanda Passos, constituída na sua maioria por provas de artista.
O trabalho de Armanda Passos tem a mulher configurada como eixo principal, onde não existe qualquer questionamento social. O Espaço Armanda Passos é assim uma homenagem à Mulher duriense e à obra emblemática desta artista, uma das grandes referências nacionais e internacionais ao nível das artes plásticas.
Armanda Passos será também nome de um espaço na zona ribeirinha do Cais da Régua, o Parque Armanda Passos, onde, futuramente, estarão expostos elementos escultóricos, reproduzindo em grande escala as figuras mais marcantes da obra da pintora, como as mulheres de volumes avultados e os pássaros, inspiradas nas mulheres de Armanda Passos. Um projeto em parceria com o Museu do Douro, Câmara Municipal do Peso da Régua, Faculdade de Belas Artes do Porto e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo.
Inauguração 10 de julho de 2015, Museu do Douro, Peso da Régua
Coordenação Museu do Douro
Exposição Itinerante
Núcleo Museológico da Porta dos Figos, Lamego
Patente até 16 de janeiro de 2027
O Museu do Douro inaugurou no dia 10 de Julho às 17h a exposição de fotografias de António Barreto: “Douro, lugar de um encontro feliz”. A exposição é comissariada por Ângela Camila Castelo-Branco que selecionou para a mostra fotografias do autor realizadas entre 1978 e 2014. O projeto teve como parceiros a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial.
A exposição consta de 55 fotografias a cores e a preto-e-branco mostrando a diversidade de pontos de vista e de impressões proporcionada pela Região, com particular foco nas vinhas, no vinho, no rio e nos socalcos e encostas dos vales do Douro e seus afluentes. Nesta região, ocorreu, há séculos, um encontro feliz entre trabalhadores, lavradores e comerciantes, entre portugueses e estrangeiros (ingleses, escoceses, holandeses…), de que resultou um grande vinho e uma paisagem única. Esta última, de excecional beleza, é o resultado de um enorme esforço humano de trabalho, cuidado e disciplina. Assim como é testemunho de capítulos importantes da história de Portugal e do seu comércio.
A exposição esteve patente ao público, na sede do Museu do Douro, no Peso da Régua, de 10 de Julho a 28 de Setembro de 2015. Depois deste período, entrou em itinerância pela Região Demarcada do Douro.
Inauguração 14 de março de 2014. Projeto museográfico e produção Museu do Douro | Cariátides produção de projetos e eventos culturais e Providência Design
Reformulação a 2 de dezembro 2024. Projeto Museográfico Museu do Douro
Exposição permanente
“Douro: Matéria e Espírito” foi concebida como uma síntese temporal e geográfica da Região Demarcada do Douro (RDD). Estruturada como a grande porta de entrada no Douro apresenta as singulares características da geomorfologia da região, principais momentos históricos e o engenho do Homem que fundaram os alicerces da especialização deste território na produção vinícola. É a combinação de fatores naturais e humanos que Douro Matéria e Espírito expõe.
Organizada em dois pisos, logo na entrada do Museu é possível ter uma síntese desta mostra quer através de objetos quer de uma maqueta onde é projetada informação estatística, patrimonial, geográfica e enológica da RDD.
No piso 0 apresenta-se o contexto geomorfológico e natural do território, salientando-se uma coleção de fauna duriense. A exposição desenvolve-se ao longo de uma grande linha temporal – desde a Pré-História ao século XXI. Esta linha assenta sobre os momentos de viragem no território e datas históricas que narram como a região se caminhou para a especialização na produção vitícola, cultura que moldou profundamente a paisagem, e culmina na declaração do Alto Douro Vinhateiro (ADV) como Património Mundial pela UNESCO, em 2001. O percurso neste piso conclui-se com a passagem para uma linha temporal anual, cíclica, distribuída pelas 4 estações que organizam o ciclo da vinha e do vinho. No centro do circuito, encontra-se um pequeno auditório onde se exibe uma mostra cinematográfica dedicada ao Douro.
No piso 1, através de dispositivos mais visuais, apresentam-se diversos aspetos da produção e comercialização vinícola da região – desde a garantia da excelência do laboratório ao desenvolvimento de imagens de marca, exprimindo-se na distribuição mundial dos vinhos do Douro e do Porto. São também exploradas as qualidades sensoriais do vinho, que simultaneamente celebram a cultura vínica e contribuem para que o público possa conhecer as características enológicas dos diferentes vinhos. Aqui destaca-se a enoteca histórica do IVP, com mais de 1 200 garrafas de vinho do Porto.
O Museu do Douro dispõe de audioguias e app em Português, Inglês, Francês, Castelhano, Alemão, Língua Gestual Portuguesa, Língua Gestual Internacional e Audiodescrição.