Museu do Vinho, sala de exposições temporárias
23 de abril a 30 de julho de 2026
Biblioteca Municipal, Torre de Moncorvo
8 de maio a 2 de agosto de 2026
Esta exposição, reúne as imagens vencedoras da edição de 2022 e faz parte de um projeto mais vasto do Museu do Douro de recolha visual do território. Reconhecendo a importância da fotografia na formação de memórias coletivas, pretende-se deste modo dinamizar e dar visibilidade ao património construído no presente, enquanto parte da memória futura.
Esta edição aliou-se à celebração dos 20 anos da inscrição do Alto Douro Vinhateiro na lista do Património Mundial, tendo por âmbito geográfico a área classificada pela UNESCO.
As imagens vencedoras do concurso, integram a coleção de fotografia do Museu do Douro quer no formato digital quer em prova autenticada em papel, constituindo mais um precioso elemento dos Arquivos Visuais da Região.
1º Prémio – Luís Miguel Proença
2º Prémio - José Suzano Magalhães
3º Prémio - António Jaime Abrunhosa
International Photography Contest - 20 years of World Heritage
22nd march until 1st July*, 2024
* Temporarily unavailable from 20th to 27th May
This exhibition brings together the winning images from the 2022 edition and is part of a wider project by the Douro Museum to visually capture the territory. Recognising the importance of photography in the creation of collective memories, the intention is to stimulate and give visibility to the heritage built in the present, as part of future memory.
This year's edition was organised to celebrate the 20th anniversary of the inscription of the Alto Douro Wine Region on the World Heritage List, with the UNESCO-classified area as its geographical focus.
The winning images from the contest are part of the Museu do Douro's photography collection, both in digital format and in authenticated paper proofs, and constitute another precious element of the Visual Archives of the Region.
1st Prize– Luís Miguel Proença
2nd Prize - José Suzano Magalhães
3rd Prize - António Jaime Abrunhosa
Comissariado Carlos Cardoso
Coordenação Museu do Douro
Edição do Catálogo Fundação Museu do Douro
Ecoteca de Mirandela
23 de janeiro a 25 de abril de 2026
MITOS Adiados
O Douro é, antes de tudo, o soco de granito e o xisto metamórfico que se desprende em lâminas agudas nos montes que se sucedem de um lado e outro do rio. Paisagem agreste que o homem transformou com o veludo da vinha nos seus berços de xisto, enfileirados em socalcos e patamares. Carlos Cardoso mostra-nos essa cultura geométrica da era dos rabelos e do caminho-de-ferro, os túneis na rocha e os miradouros elevados. Mas também o que a rodovia alterou, contribuindo para a desertificação e o betão armado ajudou a transformar o olhar. Um Douro que desistiu da permanência das suas indústrias, dos comboios e estações, casas e caminhos, escadarias e capelas ou cemitérios, que deixou como vestígios, belos e de encantamento nas imagens de fim dos tempos.
Maria do Carmo Serén
MITOS Adiados MYTHS Postponed
The Douro is, above all, the granite punch and the metamorphic shale that comes off in sharp sheets in the mountains that follow one another on one side of the river. A wild landscape that man transformed with the velvet of the vines in their schist cradles, lined up on terraces and landing places. Carlos Cardoso shows us this geometric culture from the rabelos and railway era, the tunnels in the rock and the elevated viewpoints. But also what the highway changed, contributing to desertification and the reinforced concrete helped to transform the look. A Douro that gave up on the permanence of its industries, trains and stations, houses and paths, staircases and chapels or cemeteries, which it left as traces, beautiful and enchanting in the images of the end of times.
Maria do Carmo Serén
Inauguração 23 de dezembro de 2014, Museu do Douro, Peso da Régua
Coordenação Museu do Douro
Exposição itinerante
Centro Cultural, Vila Flor
6 de fevereiro a 7 de abril de 2026
Em 2012 Noel Magalhães, um dos mais ativos e importantes fotógrafos amadores da região, doou ao Museu do Douro uma grande parte da sua obra fotográfica. A doação foi conjuntamente cedida ao Museu e à Câmara Municipal da Régua, que partilham desde então um vasto acervo fotográfico que inclui provas em papel, diapositivos e negativos, num total de cerca de seiscentos elementos. Esta coleção é maioritariamente formada por negativos produzidos nas décadas de 1950 e 1960 e abarca registos fotográficos tão diversos que vão da paisagem ao retrato, dos recantos locais e regionais às viagens pelo país. Para além da doação, a exposição inaugural apresenta ainda um conjunto de fotografias de paisagem, coloridas, mais recentes, selecionadas por Noel Magalhães, que afirmam o seu vigor e a sua permanente dedicação à fotografia. Faz também parte desta seleção uma projeção formada por quatrocentos diapositivos que registam uma viagem pelo rio, desde a fronteira espanhola até ao Porto, em instantes captados em diversos momentos da sua vida.